domingo, 18 de setembro de 2011

SP. ESPINHO 2 - DESPORTIVO DE CHAVES 3


JOGO
no Complexo Desportivo de Silvalde
ÁRBITRO: Amândio Barreiras
SP. ESPINHO: Teixeira; Fernando Gonçalves (cap.), Eliseu, Nené e Zenha; Luís Costa, Luís Flávio, Jorge Marques e Maia; Paulo Mendes e Migueli.
Jogaram ainda: Ricardo, João, André, Pinto da Costa e Pedro.
Treinador: Sarabando
G.D. CHAVES: Zé Joaquim; Ferreirinha, Kasongo, Amadeu e Nico; Louçano, Luís Abílio, Durão e Manuel Soares; Chambila e Douglas.
Jogaram ainda: Bexigas, João Albano e Zé Albano.
Treinador: Zé Albano
AO INTERVALO: 2-1
MARCADORES: Paulo Mendes (2); Durão, Manuel Soares e Douglas.

  O Sp. Espinho recebeu pela primeira vez no seu reduto a formação de veteranos do Desportivo de Chaves, um jogo marcado pelo reencontro de Amândio Barreiras com "velhos amigos" de longa data. Na ausência de equipa de arbitragem, as duas equipas recorreram, não ao famoso Idalécio Martins, mas sim à pessoa mais indicada para dirigir este jogo, Amândio Barreiras. Um bom jogo de parte a parte mas sempre com sinal mais para a formação flaviense que com um futebol mais rendilhado conseguia criar mais desequilíbrios na equipa espinhense. O Desportivo de Chaves foi a primeira equipa a marcar naquela que foi a primeira falha da defensiva tigre. O golo teve o condão de espevitar os alvi-negros que surpreendentemente, em poucos minutos viraram o resultado com dois golos de rajada apontados por Paulo Mendes. O Sp. Espinho chegava assim desta forma ao intervalo na posição de vencedor.
No segundo tempo, e sem que nada o fizesse prever o Sp. Espinho cometeu duas infantilidades na sua defensiva que resultaram em dois golos para os flavienses e que assim passaram novamente para a frente no marcador.
Até final do encontro ainda que os espinhenses se tenham esforçado inverter o rumo dos acontecimentos, o conjunto flaviense limitou-se inteligentemente a vantagem, alcançando uma vitória justa.
O árbitro com uma actuação irrepreensível foi, positivamente por todas as boas razões, a figura central do jogo.

Amândio no G.D. Chaves                               Temporada 1995/96
           

domingo, 11 de setembro de 2011

G.D. BRAGANÇA 4 - SP. ESPINHO 1



JOGO no Complexo Desportivo de Bragança
ÁRBITRO: Raúl Martins
G.D. BRAGANÇA: Tino; Fernando Silva, Adriano, Ferro e D. Lico; Albano, Tó Mané, Lopes da Silva e P. Lico; Carlão e Assis.
Jogaram ainda: Óscar e Guerra.
Treinador: Parente
SP. ESPINHO: Teixeira; Sarabando, Monteiro, Nené e Canelas (cap.); Calisto, Jorge Marques, Luís Flávio e Luís Costa; Paulo Mendes e Ricardo.
Jogaram ainda: João.
Treinador: Sarabando
AO INTERVALO: 2-0
MARCADORES: Tó Mané (2), Carlão (g.p.) e Assis; Luís Costa.

  A secção de veteranos de futebol do Sp. Espinho iniciou a nova época 2011/12 com uma deslocação à histórica e antiga cidade de Bragança.
A comitiva espinhense aproveitou também a ocasião para se deslocar ao cemitério da Freguesia de Rabal, local onde prestou uma simples mas sentida homenagem ao Dr. Luís Henrique Esteves, pai de Luís Montenegro recentemente falecido. Um amigo que nos recebeu na sua propriedade do Douro de braços abertos em Setembro de 2009  aquando visita dos espinhenses ao Peso da Régua... um até sempre!
Quanto ao jogo em si, a equipa tigre apresentou-se em campo com muitas ausências e limitações, vendo-se o técnico espinhense obrigado a "inventar" posições de recurso no onze do Sp. Espinho.
Mesmo com todos estes "handicaps" os espinhenses não viraram a cara à luta e bateram-se dignamente, ante uma boa equipa como é a do G.D. de Bragança que ao intervalo vencia os espinhenses por duas bolas a zero, um resultado pesado demais face à boa réplica dada pela equipa tigre.
No segundo tempo, a sorte continuou a ser madrasta para os tigres da costa verde já que logo abrir os bragantinos aumentaram o score. No entanto, o Sp. Espinho jamais atirou a toalha ao chão, bem pelo contrário, fazendo das tripas coração foi para cima do seu adversário reduzindo a desvantagem por intermédio de Luís Costa. A equipa da casa surpreendida pela boa reacção espinhense ainda teve do seu lado uma má decisão da equipa de arbitragem, que após assinalar um  castigo máximo a favor do Sp. Espinho, a castigar um corte com a mão de um defesa bragantino, transformou uma grande penalidade... numa bola ao ar. Os espinhenses acataram com fair-play a má decisão do árbitro, que caso tivesse sido marcada e com vinte minutos ainda por jogar poderia ter relançado o jogo e o resultado. O G.D. Bragança no último lance do jogo fixou o resultado em quatro bolas a uma a seu favor.
Arbitragem nivelada por baixo com influência directa no resultado final.