domingo, 28 de novembro de 2010

Póquer forasteiro... Dita primeira derrota da época

   Jogo disputado no final de tarde de sábado com algum frio à mistura, numa partida em que o Sp. Espinho mesmo com algumas ausências e com alguns elementos a apresentarem-se com algumas limitações de ordem física. O conjunto tigre, entrou muito bem em jogo, com uma actuação bastante personalizada nos 20 minutos iniciais, onde os homens do meio campo espinhense não deram azo a grandes veleidades por parte do conjunto bustelense. Foi nesse bom período da turma da casa, que na marcação de um canto a seu favor, o alvi-negro Nené marcou e colocou em vantagem a formação do Sp. Espinho. Após o golo dos tigres, Eliseu ressentindo-se de uma lesão muscular teve de ser substituído, com isso Pedro foi obrigado a recuar para o sector defensivo, factos que acabaram por ser determinantes no desenrolar do encontro.
   A formação do Bustelo sem que até esse momento tenha feito algo por o merecer, acabou por fazer o golo da igualdade através de um bom cabeceamento ao segundo poste de Zé Miguel (o homem do jogo), o mesmo Zé Miguel volvidos alguns minutos e novamente de cabeça, bisou e deu a cambalhota no resultado. Ainda antes do intervalo, o Sp. Espinho beneficiaria de uma grande penalidade a castigar a equipa do Bustelo numa falta cometida sobre Luís Costa, mas Paulo Mendes na sua conversão a permitir a defesa do guarda-redes bustelense, desperdiçando uma excelente oportunidade para o Sp. Espinho empatar a partida.
  No segundo tempo, o Bustelo limitou-se a gerir a vantagem trazida do primeiro tempo, efectuando uma boa circulação de bola.
O Sp. Espinho tentou apressadamente chegar ao golo da igualdade, mas já diz o ditado: «a pressa é a inimiga da perfeição», atacando de forma algo atabalhoada e sem causar grande mossa à defensiva do Bustelo. Disso soube o Bustelo e mais concretamente, Zé Miguel tirar o melhor proveito do adiantamento da equipa espinhense para marcar mais dois golos e concretizar um póquer.
Vitória justíssima do Bustelo ante um Sp. Espinho algo desinspirado que ao cabo do 13º jogo da corrente época (9 vitórias e 3 empates) conheceu o travo amargo da derrota.
Arbitragem em bom plano.

SP. ESPINHO, 1 - BUSTELO, 4
JOGO: Parque Desportivo Camadas Jovens "O Diploma"
ÁRBITRO: Armando, auxiliado por: José Manuel e Magalhães.
SP.ESPINHO:  Ricardo, André, Nené, Eliseu, Canelas (cap.); Pinto da Costa, Pedro, Luís Costa, Luís Flávio; Couto e Paulo Mendes.
Jogaram ainda: Teixeira, Zenha, Fernando Gonçalves, Sarabando, Jorge Marques, Magalhães, Calisto e Maia.
Treinador: Fernando Pedrosa
BUSTELO: Marinho, Aníbal, Victor, Barito e Jorge; Ginho, Leandro, Pereira e Pedro; Zé Miguel e Álvaro.
Jogaram ainda: Zé Luís, Vitinha, Pinheiro, Neves e Ricardo.
Treinador: Henrique
AO INTERVALO: 1-2
MARCADORES: Nené; Zé Miguel (4)

domingo, 21 de novembro de 2010

Empate de qualidade e emoções


Mangualde situa-se na Região Centro, mais concretamente na Beira Interior. A sua forma topográfica dominante é situada num planalto fronteiro à Serra da Estrela que se inclina para Sul, cortado pelos vales encaixados dos Rios Dão e Mondego constituindo ambos fronteiras naturais do concelho. Aliás foi esta característica geográfica que originou, a que fosse sucessivamente ocupada por várias civilizações desde a pré-história, como o comprovam os vários monumentos deixados pela civilização dolménica. Esta cidade tem ainda uma característica muito peculiar e ao mesmo tempo familiar, que é o facto de uma das 18 freguesias que constituem o seu concelho ter o lindo nome de ... ESPINHO!
Após duas (boas) sucessivas saídas ao distrito de Bragança, a Secção de Futebol de Veterano do Sp. Espinho deslocou-se desta feita no passado sábado, ao distrito de Viseu, mais concretamente à simpática cidade beirã de Mangualde.
Prova dessa mesma simpatia foi o facto de a equipa sénior do Mangualde, apesar de ter um jogo oficial de campeonato no dia seguinte no seu reduto, ter feito questão de presentear e receber a formação veterana do Sp. Espinho no relvado natural do seu estádio. Um relvado natural muito bem tratado, de boas dimensões (105m x 68m) e condições para a prática de futebol de qualidade.
Apesar de o jogo ter terminado empatado a zero (coisa rara no futebol veterano), qualidade e emoção foi coisa que não faltou neste jogo de veteranos, o que faltaram mesmo foram os golos.
O Mangualde aquando a sua visita à cidade de Espinho na última época conquistou uma justa e confortável vitória, que fez soar o sinal de aviso. O Sp. Espinho avisado da competitividade e do bom futebol praticado pela equipa casa, entrou em campo de forma muito concentrada e segura do que tinha que fazer para contrariar o favoritismo dos visitados e manter a invencibilidade espinhense, uma vez que ainda não provou do travo amargo da derrota até à corrente data. Na primeira parte, pertenceu ao conjunto tigre as melhores oportunidades de golo, primeiro foi Couto que após um bom cruzamento da direita de Luís Costa, de calcanhar acertou em cheio na trave, teria sido um golo de antologia. Depois Paulo Mendes a levar a melhor sobre a defensiva da casa, mas na hora da finalização a não ser feliz. A formação da casa só por uma vez esteve perto do golo após um atraso mal medido de André para Ricardo, mas que o mesmo André soube corrigir com categoria sobre a linha de golo. Já perto do intervalo, Couto na cobrança de um livre a beneficiar o Sp. Espinho à entrada da área do Mangualde, a rematar forte mas ao poste da baliza de Dias.
No segundo tempo, o Mangualde com mais soluções no banco para refrescar a equipa que o conjunto espinhense, acabou por ser mais forte, fruto das acções ofensivas dos rapidíssimos Tozé e Gouveia que devido à sua velocidade criavam alguns desequilíbrios. No entanto, as suas intenções esbarraram sempre nos "esporões de espinho" como o foi o sector defensivo do Sp. Espinho que soube sempre resolver com discernimento as situações mais difíceis junto da baliza à guarda de Ricardo que acabaria por efectuar a defesa da tarde já perto do final do jogo.
A igualdade acabou por ser o resultado mais justo, num jogo disputado com muita intensidade e lealdade do primeiro ao último minuto, onde os sectores defensivos das duas equipas se sobrepuseram sobre os sectores mais avançados.
Arbitragem excelente.


Após o final do jogo, houve lugar à terceira parte na qual serviu de pretexto para reforçar os laços de amizade entre as duas colectividades. Com particular evidência para a forma simpática e acolhedora como foi recebida toda a comitiva espinhense onde o bom trato atesta a fama das gentes beirãs.


G. D. MANGUALDE 0 - SP. ESPINHO 0
JOGO no Estádio Municipal de Mangualde
ÁRBITRO: Luís Cardoso (A.F. Castelo Branco)
Auxiliares: Rafael e Costa
MANGUALDE: Dias, Carlos, Paulo, Costa e Farinha; Guilherme, Pedro, Gaio e Zé Augusto; Tozé e Gouveia.
Jogaram ainda: Rui, Jacto, Baptista, Lopes e Artur.
Treinador: Artur Gaio
SP. ESPINHO: Ricardo; André, Canelas (cap.), Nené e Monteiro; Sarabando, Pinto da Costa, Luís Costa e Luís Flávio; Couto e Paulo Mendes.
Jogaram ainda: Jorge Marques, Tó e Nelo Calisto.
Treinador: Fernando Pedrosa
AO INTERVALO: 0-0

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Vitória em terras de Mogadouro

Mogadouro, uma vila carregada de história que remonta ao período Mesolítico, período esse documentado por enumeras insculturas e pinturas rupestres espalhadas pelos vários lugares do concelho, sendo as mais relevantes as pinturas da «Fraga da Letra» e as figuras da «Fraga do Diabo». Para além do seu rico património arqueológico, Mogadouro é ao mesmo tempo uma vila moderna, dotada de modernas infraestruturas, exemplo disso é aeródromo, as piscinas municipais e o bonito e moderno Estádio Municipal.


No passado sábado e pela segunda semana consecutiva, o plantel de futebol veterano do Sp. Espinho deslocou-se ao distrito de Bragança, mais concretamente à histórica "Capital dos Cogumelos", a Vila de Mogadouro. Foi uma jornada que começou logo pela manhã, onde não faltou a meio da viagem o típico «farnel» que serviu para o recuperar e reforçar das energias da comitiva espinhense.
Quanto ao jogo em si, o Sp. Espinho encontrou pela frente mais uma boa e competitiva equipa transmontana que ofereceu uma boa réplica à turma espinhense. Com 20 minutos iniciais muito bons, a turma espinhense durante este período adiantou-se no marcador por intermédio de Paulo Mendes a concluir uma boa jogada de contra-ataque, e criou ainda inúmeras oportunidades de golo junto da baliza mogadourense. Após esse bom período espinhense, a equipa do Mogadouro acordou e equilibrou o jogo fruto também de algum demérito da equipa tigre que se desconcentrou e deixou criar algumas situações perigosas junto da sua área. O Mogadouro poderia ter chegado à igualdade ainda antes do intervalo, não fosse a grande penalidade superiormente defendida pelo espinhense Ricardo.
Na segunda metade de jogo, apesar de ter havido um maior equilíbrio entre as duas equipas, coube ao Sp. Espinho as melhores ocasiões de golo. O guardião mogadourense bem tentou mas não conseguiu evitar o segundo golo da equipa alvi-negra, Calisto após uma boa jogada pela direita de Paulo Mendes concluiu de forma eficaz estreando-se assim, a marcar pelos veteranos do Sp. Espinho.
A equipa da casa não desarmou e tentou de todas as formas anular a vantagem do conjunto espinhense, e por duas vezes esteve muito perto de marcar não fosse as valiosas intervenções de Teixeira. Aliás em momentos chave do jogo, os guardiões espinhenses foram decisivos. Porém, o conjunto do Mogadouro num último suspiro conseguiu reduzir o marcador através de um excelente golpe de cabeça de Zé Freitas. Até final, o resultado não sofreria alterações. 
Arbitragem razoável.
Findo o jogo, os dois plantéis juntaram-se à mesa para saborear um típico prato de Mogadouro, o afamado "bulho com cascas" (vagens de feijão seco de textura tenra) e para o estreitar dos laços de amizade entre os elementos das duas comitivas. A longa e cansativa viagem de regresso da comitiva espinhense decorreu de forma tranquila.


MOGADOURO 1 - SP. ESPINHO 2
JOGO no Estádio Municipal de Mogadouro
ÁRBITRO: Isidoro (A.F. Bragança)
MOGADOURO: Tó Mané, Altino, Chico Xavier, Tó Carvalho e Duarte; Paulo Pires, Manuel Freitas, Moura e Evaristo; Nuno Moreno e Manuel Teixeira.
Jogaram ainda: Vítor Lopes, Amador, Rui Major, Vítor Costa e Zé Freitas.
Treinador: Isidoro
SP. ESPINHO: Ricardo; Zenha, Canelas (cap.), Nené e Monteiro; Magalhães, Luís Costa, Jorge Marques e Luís Flávio; Couto e Paulo Mendes.
Jogaram ainda: Teixeira, Pinto da Costa, Sarabando, Maia e Nelo Calisto.
Treinador: Sarabando
AO INTERVALO: 0-1
MARCADORES: Zé Freitas; Paulo Mendes e Nelo Calisto.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Sempre a facturar!

O plantel de futebol veterano do Sp. Espinho efectuou no passado fim de semana, uma longa deslocação à secular Brigantia latinizada e agora denominada Bragança. Foi mais uma jornada onde a secção espinhense dignificou e honrou, mais uma vez o emblema tigre e a cidade de Espinho.
Quanto à vertente desportiva e, à partida em si, como já era de prever e comprovar não se adivinhava nada fácil, dada a boa valia da equipa do Bragança que aquando a sua visita à cidade de Espinho levou a melhor sobre a turma espinhense.
O Sp. Espinho prevendo essas mesmas dificuldades, a equipa na primeira parte jogou de uma forma muito segura e concentrada, não dando espaço a qualquer tipo de veleidades por parte do conjunto bragantino. A formação tigre foi para o intervalo a vencer pela margem minima, mercê do golo apontado por Couto, o resultado era curto dada as várias situações claras de golo criadas e desperdiçadas, inclusivé uma grande penalidade, por parte dos espinhenses.   
Para o segundo tempo, a formação do Bragança, tentou inverter o rumo dos acontecimentos equilibrando a contenda, conseguindo mesmo alcançar nos primeiros minutos o golo da igualdade. As duas equipas insatisfeitas com a igualdade procuraram sempre outro resultado que não fosse o empate. O treinador espinhense após alguns reajustes tácticos na equipa, reajustamentos esses que viriam a revelar-se determinantes, e que acabariam por dar os seus frutos, resultando em mais dois golos apontados por Magalhães e Paulo Mendes que ditaram uma dificil mas justa e feliz vitória do conjunto tigre.
Arbitragem em bom plano.
Após o final do jogo, os dois plantéis juntaram-se à mesa passando dessa maneira para segundo plano o resultados e as incidências do jogo para segundo plano.

BRAGANÇA 1 - SP. ESPINHO 3

JOGO no Complexo Desportivo de Bragança
ÁRBITRO: Armindo Silva (A.F. Bragança)
Auxiliares: Rui e Fernando
BRAGANÇA: Cancelinha (cap.), Paulo Alberto, Marcelo, Toni I e Zé Mola; Checo, Lelo, Pedra e Padrão; Jorge e Marco.
Jogaram ainda: Rui e Toni II.
Treinador: Victor Reis
SP. ESPINHO: Ricardo; André, Canelas (cap.), Nené e Pedro; Sarabando, Luís Costa, Jorge Marques e Luís Flávio; Couto e Paulo Mendes.
Jogaram ainda: Pinto da Costa, Zenha, Magalhães, Maia e Nelo Calisto.
Treinador: Fernando Pedrosa
AO INTERVALO: 0-1
MARCADORES: Toni II; Couto, Magalhães e Paulo Mendes.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Obra de arte de Luís Costa...dá uma merecida igualdade

Jogo bem disputado e muito equilibrado aliás como tem sido apanágio nos últimos encontros realizados entre estas duas equipas. O Sp. Espinho começou melhor o jogo, mas foi o Paços de Brandão que numa boa incursão pelo seu corredor esquerdo por intermédio de Zé Augusto a cruzar a bola para o interior da área espinhense e Paulinho a aproveitar da melhor forma a falta de marcação para colocar os pacenses em vantagem. A turma alvi-negra manteve a mesma postura e garra no seu jogo, e Couto num remate bem colocado de fora da área, repôs a igualdade e justiça no marcador. Até ao intervalo o resultado não sofreria alteração.
Após descanso, a formação do Paços de Brandão revelou-se mais afoita e acutilante que a turma espinhense, mesmo assim sem causar grandes calafrios ao último reduto espinhense. Com o empate a persistir, o defesa alvi-negro Nené num atraso mal medido para Teixeira, isolou o atacante pacense Meireles que não desaproveitou a oportunidade para bater o desamparado Teixeira. Em desvantagem, ao Sp. Espinho não restou outra coisa senão correr atrás do prejuízo, o que não se revelou uma tarefa nada fácil dada a boa organização de jogo da equipa visitante.
No entanto, quando o nó parecia não querer desatar-se, e com o tempo de jogo a esgotar-se, Luís Costa num remate genial de fora da área pacense faz um golão  e repõem justiça no resultado.
A arbitragem esteve em bom plano, num jogo realizado debaixo de intensa chuva.

SP. ESPINHO, 2 - PAÇOS BRANDÃO, 2

JOGO: Parque Desportivo Camadas Jovens "O Diploma"
ÁRBITRO: Moreira, auxiliado por: Manuel Ferreira e José Oliveira
SP.ESPINHO:  Ricardo, André, Maga, Monteiro, Canelas (cap.); Eliseu, Pedro, Luís Costa, Luís Flávio; Couto e Luís Montenegro.
Jogaram ainda: Teixeira, Pinto da Costa, Rui Vieira, Ricardinho, Nené, Sarabando, Jorge Marques, Magalhães, Paulo Mendes e Tó.
Treinador: Fernando Pedrosa
P. BRANDÃO: Teixeira, Hélder Gomes, Nuno, André,  Noé; Zé Augusto, Sérgio Nuno, João, José Henrique; Paulinho e Guerra.
Jogaram ainda: Januário, Rodrigues, Neto, Sérgio Oliveira e Meireles.
Treinador/Jogador: Guerra
AO INTERVALO: 1-1
MARCADORES: Couto e Luís Costa; Paulinho e Meireles.