Mangualde situa-se na Região Centro, mais concretamente na Beira Interior. A sua forma topográfica dominante é situada num planalto fronteiro à Serra da Estrela que se inclina para Sul, cortado pelos vales encaixados dos Rios Dão e Mondego constituindo ambos fronteiras naturais do concelho. Aliás foi esta característica geográfica que originou, a que fosse sucessivamente ocupada por várias civilizações desde a pré-história, como o comprovam os vários monumentos deixados pela civilização dolménica. Esta cidade tem ainda uma característica muito peculiar e ao mesmo tempo familiar, que é o facto de uma das 18 freguesias que constituem o seu concelho ter o lindo nome de ... ESPINHO!
Após duas (boas) sucessivas saídas ao distrito de Bragança, a Secção de Futebol de Veterano do Sp. Espinho deslocou-se desta feita no passado sábado, ao distrito de Viseu, mais concretamente à simpática cidade beirã de Mangualde.
Prova dessa mesma simpatia foi o facto de a equipa sénior do Mangualde, apesar de ter um jogo oficial de campeonato no dia seguinte no seu reduto, ter feito questão de presentear e receber a formação veterana do Sp. Espinho no relvado natural do seu estádio. Um relvado natural muito bem tratado, de boas dimensões (105m x 68m) e condições para a prática de futebol de qualidade.
Apesar de o jogo ter terminado empatado a zero (coisa rara no futebol veterano), qualidade e emoção foi coisa que não faltou neste jogo de veteranos, o que faltaram mesmo foram os golos.
O Mangualde aquando a sua visita à cidade de Espinho na última época conquistou uma justa e confortável vitória, que fez soar o sinal de aviso. O Sp. Espinho avisado da competitividade e do bom futebol praticado pela equipa casa, entrou em campo de forma muito concentrada e segura do que tinha que fazer para contrariar o favoritismo dos visitados e manter a invencibilidade espinhense, uma vez que ainda não provou do travo amargo da derrota até à corrente data. Na primeira parte, pertenceu ao conjunto tigre as melhores oportunidades de golo, primeiro foi Couto que após um bom cruzamento da direita de Luís Costa, de calcanhar acertou em cheio na trave, teria sido um golo de antologia. Depois Paulo Mendes a levar a melhor sobre a defensiva da casa, mas na hora da finalização a não ser feliz. A formação da casa só por uma vez esteve perto do golo após um atraso mal medido de André para Ricardo, mas que o mesmo André soube corrigir com categoria sobre a linha de golo. Já perto do intervalo, Couto na cobrança de um livre a beneficiar o Sp. Espinho à entrada da área do Mangualde, a rematar forte mas ao poste da baliza de Dias.
No segundo tempo, o Mangualde com mais soluções no banco para refrescar a equipa que o conjunto espinhense, acabou por ser mais forte, fruto das acções ofensivas dos rapidíssimos Tozé e Gouveia que devido à sua velocidade criavam alguns desequilíbrios. No entanto, as suas intenções esbarraram sempre nos "esporões de espinho" como o foi o sector defensivo do Sp. Espinho que soube sempre resolver com discernimento as situações mais difíceis junto da baliza à guarda de Ricardo que acabaria por efectuar a defesa da tarde já perto do final do jogo.
A igualdade acabou por ser o resultado mais justo, num jogo disputado com muita intensidade e lealdade do primeiro ao último minuto, onde os sectores defensivos das duas equipas se sobrepuseram sobre os sectores mais avançados.
Prova dessa mesma simpatia foi o facto de a equipa sénior do Mangualde, apesar de ter um jogo oficial de campeonato no dia seguinte no seu reduto, ter feito questão de presentear e receber a formação veterana do Sp. Espinho no relvado natural do seu estádio. Um relvado natural muito bem tratado, de boas dimensões (105m x 68m) e condições para a prática de futebol de qualidade.
Apesar de o jogo ter terminado empatado a zero (coisa rara no futebol veterano), qualidade e emoção foi coisa que não faltou neste jogo de veteranos, o que faltaram mesmo foram os golos.
O Mangualde aquando a sua visita à cidade de Espinho na última época conquistou uma justa e confortável vitória, que fez soar o sinal de aviso. O Sp. Espinho avisado da competitividade e do bom futebol praticado pela equipa casa, entrou em campo de forma muito concentrada e segura do que tinha que fazer para contrariar o favoritismo dos visitados e manter a invencibilidade espinhense, uma vez que ainda não provou do travo amargo da derrota até à corrente data. Na primeira parte, pertenceu ao conjunto tigre as melhores oportunidades de golo, primeiro foi Couto que após um bom cruzamento da direita de Luís Costa, de calcanhar acertou em cheio na trave, teria sido um golo de antologia. Depois Paulo Mendes a levar a melhor sobre a defensiva da casa, mas na hora da finalização a não ser feliz. A formação da casa só por uma vez esteve perto do golo após um atraso mal medido de André para Ricardo, mas que o mesmo André soube corrigir com categoria sobre a linha de golo. Já perto do intervalo, Couto na cobrança de um livre a beneficiar o Sp. Espinho à entrada da área do Mangualde, a rematar forte mas ao poste da baliza de Dias.
No segundo tempo, o Mangualde com mais soluções no banco para refrescar a equipa que o conjunto espinhense, acabou por ser mais forte, fruto das acções ofensivas dos rapidíssimos Tozé e Gouveia que devido à sua velocidade criavam alguns desequilíbrios. No entanto, as suas intenções esbarraram sempre nos "esporões de espinho" como o foi o sector defensivo do Sp. Espinho que soube sempre resolver com discernimento as situações mais difíceis junto da baliza à guarda de Ricardo que acabaria por efectuar a defesa da tarde já perto do final do jogo.
A igualdade acabou por ser o resultado mais justo, num jogo disputado com muita intensidade e lealdade do primeiro ao último minuto, onde os sectores defensivos das duas equipas se sobrepuseram sobre os sectores mais avançados.
Arbitragem excelente.
Após o final do jogo, houve lugar à terceira parte na qual serviu de pretexto para reforçar os laços de amizade entre as duas colectividades. Com particular evidência para a forma simpática e acolhedora como foi recebida toda a comitiva espinhense onde o bom trato atesta a fama das gentes beirãs.
G. D. MANGUALDE 0 - SP. ESPINHO 0
JOGO no Estádio Municipal de MangualdeÁRBITRO: Luís Cardoso (A.F. Castelo Branco)
Auxiliares: Rafael e Costa
MANGUALDE: Dias, Carlos, Paulo, Costa e Farinha; Guilherme, Pedro, Gaio e Zé Augusto; Tozé e Gouveia.
Jogaram ainda: Rui, Jacto, Baptista, Lopes e Artur.
Treinador: Artur Gaio
SP. ESPINHO: Ricardo; André, Canelas (cap.), Nené e Monteiro; Sarabando, Pinto da Costa, Luís Costa e Luís Flávio; Couto e Paulo Mendes.
Jogaram ainda: Jorge Marques, Tó e Nelo Calisto.
Treinador: Fernando Pedrosa
AO INTERVALO: 0-0