JOGO no Estádio dos Arcos em Vila do Conde
ÁRBITRO: Artur
RIO AVE F.C.: Rui Barbosa; Agostinho, Alves, Zé Luís e Pedro Morais; Andrade, Loureiro, Rui Miguel e Miguel Barros (cap.); Ouvidor e Barbosa.
Jogaram ainda: Nuno, Ilídio, e Jaime Ferreira
Treinador: Rui Miguel
SP. ESPINHO: Ricardo; Canelas (cap.), Maga, Nené e Rui Vieira; Pedro, Luís Flávio, Maia, e Jorge Marques; Paulo Mendes e Monteiro.
Jogaram ainda: André, Fernando Gonçalves, Magalhães e Calisto.
Treinador: Sarabando
AO INTERVALO: 2-1
MARCADORES: Barbosa e Ouvidor (g.p.); Maia, Luís Flávio e Monteiro
A equipa tigre deslocou-se no passado fim-de semana às Caxinas para defrontar o Rio Ave, jogo que marcaria o fecho desta época para os vilacondenses. Curiosamente, tinham feito o jogo de abertura desta época precisamente em Espinho.
A partida apesar de ter decorrido debaixo de um intenso calor, ao qual as equipas souberam adaptar-se bem a esta (boa) adversidade. Começaram e estiveram sempre melhores os pupilos de Sarabando, com Pedro e Luís Flávio no meio-campo dos alvi--negros a assumirem a batuta da equipa espinhense, com uma boa circulação de bola, faziam deambular a bola de pé para pé criando assim muitas dificuldades aos homens da casa. O Rio Ave esse por seu lado apostava em defender de forma segura e jogar em contra-ataque, aproveitando o balanceamento atacante dos espinhenses para criar algum perigo. Desta forma prática de jogar por parte do Rio Ave surtiu o seu primeiro golo apontado por Barbosa. O Sp. Espinho em desvantagem não se deixou atemorizar e, volvidos poucos minutos o espinhense Maia num remate de mestria de fora da área repôs novamente a igualdade no marcador. Quando se adivinhava o segundo golo dos alvi-negros, foi o Rio Ave que conseguiu colocar-se novamente à frente do marcador por intermédio de Ouvidor na conversão de uma grande penalidade.
Para o segundo tempo, os espinhenses mantiveram-se fiéis ao estilo de jogo praticado nos primeiros 45" minutos, com uma diferença, mostraram uma maior agressividade e solidez na hora de defender. O golo do empate esse, não tardaria a aparecer desta feita, apontado por Luís Flávio num lance tirado a papel químico do primeiro tento espinhense. A equipa vilacondense sem argumentos para contrapor o melhor futebol praticado pela equipa alvi-negra, ia resistindo conforme podia aos inúmeros lances de perigo protagonizados pelos alvi-negros. Neste período de sufoco valeu o guardião «caxineiro» Rui Barbosa que se cotou como um dos melhores em campo, e que foi adiando com valorosas intervenções o naufrágio da nau vilacondense. Intento esse que não conseguiria levar a bom porto, muito por culpa de Monteiro, que após mais uma jogada de insistência do ataque espinhense, com a raça e a persistência de um Tigre logrou obter o tão almejado e justo golo da vitória.
Arbitragem razoável.ÁRBITRO: Artur
RIO AVE F.C.: Rui Barbosa; Agostinho, Alves, Zé Luís e Pedro Morais; Andrade, Loureiro, Rui Miguel e Miguel Barros (cap.); Ouvidor e Barbosa.
Jogaram ainda: Nuno, Ilídio, e Jaime Ferreira
Treinador: Rui Miguel
SP. ESPINHO: Ricardo; Canelas (cap.), Maga, Nené e Rui Vieira; Pedro, Luís Flávio, Maia, e Jorge Marques; Paulo Mendes e Monteiro.
Jogaram ainda: André, Fernando Gonçalves, Magalhães e Calisto.
Treinador: Sarabando
AO INTERVALO: 2-1
MARCADORES: Barbosa e Ouvidor (g.p.); Maia, Luís Flávio e Monteiro
A equipa tigre deslocou-se no passado fim-de semana às Caxinas para defrontar o Rio Ave, jogo que marcaria o fecho desta época para os vilacondenses. Curiosamente, tinham feito o jogo de abertura desta época precisamente em Espinho.
A partida apesar de ter decorrido debaixo de um intenso calor, ao qual as equipas souberam adaptar-se bem a esta (boa) adversidade. Começaram e estiveram sempre melhores os pupilos de Sarabando, com Pedro e Luís Flávio no meio-campo dos alvi--negros a assumirem a batuta da equipa espinhense, com uma boa circulação de bola, faziam deambular a bola de pé para pé criando assim muitas dificuldades aos homens da casa. O Rio Ave esse por seu lado apostava em defender de forma segura e jogar em contra-ataque, aproveitando o balanceamento atacante dos espinhenses para criar algum perigo. Desta forma prática de jogar por parte do Rio Ave surtiu o seu primeiro golo apontado por Barbosa. O Sp. Espinho em desvantagem não se deixou atemorizar e, volvidos poucos minutos o espinhense Maia num remate de mestria de fora da área repôs novamente a igualdade no marcador. Quando se adivinhava o segundo golo dos alvi-negros, foi o Rio Ave que conseguiu colocar-se novamente à frente do marcador por intermédio de Ouvidor na conversão de uma grande penalidade.
Para o segundo tempo, os espinhenses mantiveram-se fiéis ao estilo de jogo praticado nos primeiros 45" minutos, com uma diferença, mostraram uma maior agressividade e solidez na hora de defender. O golo do empate esse, não tardaria a aparecer desta feita, apontado por Luís Flávio num lance tirado a papel químico do primeiro tento espinhense. A equipa vilacondense sem argumentos para contrapor o melhor futebol praticado pela equipa alvi-negra, ia resistindo conforme podia aos inúmeros lances de perigo protagonizados pelos alvi-negros. Neste período de sufoco valeu o guardião «caxineiro» Rui Barbosa que se cotou como um dos melhores em campo, e que foi adiando com valorosas intervenções o naufrágio da nau vilacondense. Intento esse que não conseguiria levar a bom porto, muito por culpa de Monteiro, que após mais uma jogada de insistência do ataque espinhense, com a raça e a persistência de um Tigre logrou obter o tão almejado e justo golo da vitória.