domingo, 27 de fevereiro de 2011
S.C.Espinho 4 - Alvito ( Cuba Alentejo ) 0
O S.C.Espinho recebeu e venceu a equipa Alentejana de Alvito (Cuba Alentejo), por 4 bolas a 0, com os golos a serem marcados por, Calisto, Couto, Monteiro e Mário na própia baliza, após cruzamento de Monteiro.
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
Sousense vence S.C.Espinho
O S.C.Espinho deslocou-se a Vale do Sousa para defrontar a equipa local,e saiu derrotada por 5 - 2,com os golos dos tigres a serem marcados por P.Mendes e Luis Costa.
sábado, 12 de fevereiro de 2011
S.C. Espinho vence Boavista no Bessa
S.C.Espinho deslocou-se ao Bessa para defrontar o Boavista e venceu por 4 a 2, com os golos a serem marcados por P.Mendes- 2, Pedro- 1, Maia- 1.
No proximo Sábado o jogo será em Vale de Sousa para defrontar a equipa local.
Estejam atentos ao Blogue para confirmar a hora do jogo e respectiva concentração.
No proximo Sábado o jogo será em Vale de Sousa para defrontar a equipa local.
Estejam atentos ao Blogue para confirmar a hora do jogo e respectiva concentração.
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
JOGO GONDAR vs S. C. ESPINHO
Realizou-se no passado sábado dia 22/Jan, o jogo com Gondar no Complexo Desportivo da Metalocardoso (sintético), pelas 15.00 horas.
O resultado foi de 5 -1 a favor do SC Espinho, com especial relevo os 3 golos de Paulo Mendes e também o regresso de Luis Montenegro após um periodo de ausência por motivo de saúde.
Por fim e após o final do jogo teve lugar o habitual jantar, onde reinou o espirito de amizade que hà muito une estas duas equipas.
A Direcção.
O resultado foi de 5 -1 a favor do SC Espinho, com especial relevo os 3 golos de Paulo Mendes e também o regresso de Luis Montenegro após um periodo de ausência por motivo de saúde.
Por fim e após o final do jogo teve lugar o habitual jantar, onde reinou o espirito de amizade que hà muito une estas duas equipas.
A Direcção.
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
Vitória renhida em Penafiel
F.C. PENAFIEL 3 - SP. ESPINHO 2
JOGO no Campo de Treinos do Penafiel
ÁRBITRO: Baltazar (A.F. Porto)
Auxiliares: José Monteiro e José Carlos
F.C. PENAFIEL: João Viva, Amadeu, Cerqueira, Manuel Eusébio, e Mário Augusto; Jorge Vinha, Vicente, Neves e Elias (cap.); Soares e Fernando.
Jogaram ainda: Silva Pereira, Neto, Nini, Salvador, Valente, Teixeira, Filipe e Ilídio.
Treinador: Joaquim Jorge
SP. ESPINHO: Ricardo, Canelas (cap.), Nené, Monteiro e Zenha; Gonçalves, Magalhães, Jorge Marques, Calisto e Couto; Paulo Mendes.
Jogaram ainda: Sarabando e Tó.
Treinador: Sarabando
AO INTERVALO: 1-1
MARCADORES: Fernando, Canelas (p.b) e Vinha; Manuel Eusébio e Couto.
Até ao século XVIII era conhecida como Arrifana do Sousa, até que uma lei do rei D. José I datada de 17 de Março de 1770, altera finalmente o topónimo da localidade para Penafiel e confere-lhe a categoria de cidade. É um extenso concelho, situado entre os rios Tâmega e Sousa.
Após um curto interregno ditado pelas festas natalícias, o Sp. Espinho deslocou-se a Terras do Vale do Sousa, para defrontar a equipa do Penafiel. O conjunto tigre com muitas ausências e com alguns dos seus atletas limitados fisicamente, vendeu bem cara a derrota ante um Penafiel que respira muita qualidade técnica e táctica.
O Penafiel como lhe competia a jogar no seu território puxou dos galões e nos 20 minutos iniciais fez da equipa tigre «gato sapato», num jogo que teve quase sempre um sentido único, e em que os penafidelenses foram claramente superiores. A turma espinhense por seu lado muito intranquila e nervosa não conseguia contrariar a avalanche atacante da equipa da casa, ia valendo nesta fase o guardião tigre Ricardo que com algumas excelentes defesas foi adiando o previsível golo penafidelense apontado de cabeça por Fernando em posição duvidosa à passagem do minuto vinte e cinco. Curiosamente, aquele que poderia ter sido o inicio do descalabro do Sp. Espinho, foi o «click» de partida para uma exibição quase perfeita. A equipa descomprimiu-se da pressão penafidelense, e o meio campo espinhense até então inexistente começou a ocupar melhor os espaços no centro do terreno e a circular a bola com muito melhor qualidade. O Sp. Espinho que até então raramente passava a linha do centro do terreno de jogo, passou a criar vários lances de perigo junto à área do Penafiel, e que valeu o tento da igualdade perto do intervalo, num golo marcado a meias entre Manuel Eusébio e Couto.
Para o segundo tempo, o Sp. Espinho entrou com a mesma atitude e forma de jogar com que tinha chegado ao intervalo, o seu sector defensivo com uma actuação irrepreensível e segura, o meio-campo muito concentrado e pressionante, e os homens da frente sempre irrequietos a criar muitos embaraços ao sector mais recuado da formação da casa. O Sp. Espinho com actuação muito lúcida e objectiva chegou à vantagem com toda a naturalidade, num livre à entrada da área penafidelense apontado de forma superior por Couto.
A partir desse momento, a equipa de arbitragem de forma subtil e habilidosa começou a desequilibrar os pratos da balança a favor da turma da casa. O Penafiel dado o enorme valor dos seus atletas dispensava esse tipo de habilidades, uma equipa com muitas e boas soluções quer no terreno de jogo quer no banco, e que foi refrescando a sua equipa ao longo do encontro. Ao invés do Sp. Espinho muito limitado, já que só tinha Sarabando para entrar uma vez que Tó já tinha substituído no primeiro tempo o lesionado Calisto.
Apesar destas contrariedades o Sp. Espinho fez um excelente jogo, uma exibição quase perfeita não fossem os últimos cinco minutos que se revelariam fatais, e nos quais o Penafiel com jogadores muito experientes souberam aproveitar dois momentos de desconcentração para empatar e posteriormente chegar à vitória. Se o empate já era um pouco injusto, a derrota ... foi uma grande injustiça!
Mesmo não havendo desta feita lugar à típica terceira parte, destaque para o excelente relacionamento existente entre todos os elementos das duas equipas e, ainda para o reencontro com uma glória do futebol dos anos 80 que deixou a sua marca pessoal bem vincada, quer no F.C. Penafiel quer no Sp. Espinho ... o guineense BABÁ! O sempre simpático negrão Babá, fez ainda questão de se deslocar aos campos do 25 de Abril para assistir ao jogo e jantar com alguns dos elementos da comitiva espinhense, de forma a "matar" saudades de «velhos amigos» como Ricardo, Canelas, Eliseu (ausente), Gonçalves e Sarabando, num ambiente espectacular em que se reviveram saudosas histórias de um passado onde a bola foi o denominador comum.
JOGO no Campo de Treinos do Penafiel
ÁRBITRO: Baltazar (A.F. Porto)
Auxiliares: José Monteiro e José Carlos
F.C. PENAFIEL: João Viva, Amadeu, Cerqueira, Manuel Eusébio, e Mário Augusto; Jorge Vinha, Vicente, Neves e Elias (cap.); Soares e Fernando.
Jogaram ainda: Silva Pereira, Neto, Nini, Salvador, Valente, Teixeira, Filipe e Ilídio.
Treinador: Joaquim Jorge
SP. ESPINHO: Ricardo, Canelas (cap.), Nené, Monteiro e Zenha; Gonçalves, Magalhães, Jorge Marques, Calisto e Couto; Paulo Mendes.
Jogaram ainda: Sarabando e Tó.
Treinador: Sarabando
AO INTERVALO: 1-1
MARCADORES: Fernando, Canelas (p.b) e Vinha; Manuel Eusébio e Couto.
Até ao século XVIII era conhecida como Arrifana do Sousa, até que uma lei do rei D. José I datada de 17 de Março de 1770, altera finalmente o topónimo da localidade para Penafiel e confere-lhe a categoria de cidade. É um extenso concelho, situado entre os rios Tâmega e Sousa.
Após um curto interregno ditado pelas festas natalícias, o Sp. Espinho deslocou-se a Terras do Vale do Sousa, para defrontar a equipa do Penafiel. O conjunto tigre com muitas ausências e com alguns dos seus atletas limitados fisicamente, vendeu bem cara a derrota ante um Penafiel que respira muita qualidade técnica e táctica.
O Penafiel como lhe competia a jogar no seu território puxou dos galões e nos 20 minutos iniciais fez da equipa tigre «gato sapato», num jogo que teve quase sempre um sentido único, e em que os penafidelenses foram claramente superiores. A turma espinhense por seu lado muito intranquila e nervosa não conseguia contrariar a avalanche atacante da equipa da casa, ia valendo nesta fase o guardião tigre Ricardo que com algumas excelentes defesas foi adiando o previsível golo penafidelense apontado de cabeça por Fernando em posição duvidosa à passagem do minuto vinte e cinco. Curiosamente, aquele que poderia ter sido o inicio do descalabro do Sp. Espinho, foi o «click» de partida para uma exibição quase perfeita. A equipa descomprimiu-se da pressão penafidelense, e o meio campo espinhense até então inexistente começou a ocupar melhor os espaços no centro do terreno e a circular a bola com muito melhor qualidade. O Sp. Espinho que até então raramente passava a linha do centro do terreno de jogo, passou a criar vários lances de perigo junto à área do Penafiel, e que valeu o tento da igualdade perto do intervalo, num golo marcado a meias entre Manuel Eusébio e Couto.
Para o segundo tempo, o Sp. Espinho entrou com a mesma atitude e forma de jogar com que tinha chegado ao intervalo, o seu sector defensivo com uma actuação irrepreensível e segura, o meio-campo muito concentrado e pressionante, e os homens da frente sempre irrequietos a criar muitos embaraços ao sector mais recuado da formação da casa. O Sp. Espinho com actuação muito lúcida e objectiva chegou à vantagem com toda a naturalidade, num livre à entrada da área penafidelense apontado de forma superior por Couto.
A partir desse momento, a equipa de arbitragem de forma subtil e habilidosa começou a desequilibrar os pratos da balança a favor da turma da casa. O Penafiel dado o enorme valor dos seus atletas dispensava esse tipo de habilidades, uma equipa com muitas e boas soluções quer no terreno de jogo quer no banco, e que foi refrescando a sua equipa ao longo do encontro. Ao invés do Sp. Espinho muito limitado, já que só tinha Sarabando para entrar uma vez que Tó já tinha substituído no primeiro tempo o lesionado Calisto.
Apesar destas contrariedades o Sp. Espinho fez um excelente jogo, uma exibição quase perfeita não fossem os últimos cinco minutos que se revelariam fatais, e nos quais o Penafiel com jogadores muito experientes souberam aproveitar dois momentos de desconcentração para empatar e posteriormente chegar à vitória. Se o empate já era um pouco injusto, a derrota ... foi uma grande injustiça!
Mesmo não havendo desta feita lugar à típica terceira parte, destaque para o excelente relacionamento existente entre todos os elementos das duas equipas e, ainda para o reencontro com uma glória do futebol dos anos 80 que deixou a sua marca pessoal bem vincada, quer no F.C. Penafiel quer no Sp. Espinho ... o guineense BABÁ! O sempre simpático negrão Babá, fez ainda questão de se deslocar aos campos do 25 de Abril para assistir ao jogo e jantar com alguns dos elementos da comitiva espinhense, de forma a "matar" saudades de «velhos amigos» como Ricardo, Canelas, Eliseu (ausente), Gonçalves e Sarabando, num ambiente espectacular em que se reviveram saudosas histórias de um passado onde a bola foi o denominador comum.
domingo, 19 de dezembro de 2010
JANTAR DE NATAL DOS VETERANOS DO S.C.ESPINHO
Realizou-se no sábado, 18 de Dezembro o jantar de Natal da secção de Veteranos do S.C. de Espinho.
O evento teve lugar no restaurante do Complexo de Ténis de Espinho, e contou com a presença de cerca de 80 pessoas, entre atletas, familiares e convidados.
Contamos com a presença do Exmo. Sr. Presidente da Junta de Freguesia de Espinho e de Anta, com representantes dos jornais Defesa de Espinho e Bancada Central, entre outros que muito nos honraram com a sua presença.
O evento terminou por volta das 2 horas da madrugada, pondo fim a uma noite com muito convivio e animação.
Resta-nos desejar a todos um FELIZ NATAL e um ANO DE 2011 cheio de saude, paz e amor.
A Direcção
JOGO S.C.ESPINHO vs SOUSENSE
Realizou-se no passado sábado dia 18 de Dezembro o jogo entre o S.C.de Espinho e os veteranos da U.D. Sousense.
O jogo teve lugar no Complexo Desportivo de Perosinho, sendo o resultado final de 2-1 a favor dos Tigres da Costa Verde.
Pelo S.C. de Espinho marcaram Couto e Paulo Mendes, pela equipa visitante marcou o avançado Miguel.
domingo, 5 de dezembro de 2010
Vitória na neve
Conta a lenda que D. Dinis, no caminho para a raia de Miranda, ao encontro de sua noiva - Isabel de Aragão, achou o lugar tão belo e florido que, a jeito de trovador, lhe chamou ”Flor”, sendo D. Dinis quem rebaptizou a até então chamada Póvoa de Além Sabor de Vila Flor, mandando erguer em seu redor uma cinta de muralhas com cinco portas em arco, restando actualmente apenas uma - a Porta sul ou Arco de D. Dinis.
Como vem sendo habitual nesta altura da época, Secção de Futebol de Veterano do Sp. Espinho realizou mais uma deslocação por terras de Trás-os-Montes, viagem que decorreu de forma tranquila e que serviu também para apreciar o belo manto de neve que cobriam os vários montes transmontanos. Ao invés, no magnifico Estádio Municipal de Vila Flor, o jogo e a vitória espinhense não foi assim tão tranquila, como o resultado final o possa fazer transparecer.
Numa primeira parte, em que os espinhenses no primeiro quarto de hora foram os donos e senhores do jogo até ao momento do golo apontado por Paulo Mendes. A partir desse momento, o conjunto tigre surpreendentemente "gelou", e o Vila Flor agradeceu os espaços que lhe foram concedidos pelos alvi-negros dominando por completo a equipa do Sp. Espinho. O melhor futebol praticado pelos vilaflorenses valeu-lhes o golo da igualdade, apontado por Camilo.
O Sp. Espinho mesmo depois ter consentido o golo da igualdade continuou irreconhecível, os homens do meio-campo concediam muitos espaços no centro do terreno e não municiavam da melhor maneira o ataque espinhense, o sector mais recuado do Sp. Espinho marcava mal e cometia vários erros defensivos. Na pior fase do desnorte tigre, valeu o guardião espinhense Teixeira que rubricou algumas defesas de grande nível, uma excelente exibição que permitiu ao Sp. Espinho ir para o descanso com um (injusto) empate.
O intervalo foi bom conselheiro para o Sp. Espinho e os pupilos de Sarabando entraram para o segundo tempo com a firme disposição de inverter o rumo dos acontecimentos. O sector defensivo espinhense actuou de forma muito mais concentrada, o meio campo tigre mais organizado «pegou» no jogo e, disso beneficiou o ataque espinhense. O conjunto da casa não conseguia soltar-se da teia espinhense que por intermédio de Couto ganhava vantagem no marcador. Ao contrário do acontecido no primeiro tempo, desta feita, os espinhenses não se deixaram acomodar com a vantagem alcançada e continuaram à procura do terceiro golo que acabaria por acontecer, por intermédio de Paulo Mendes, também ele realizou um bom jogo beneficiando da presença de Luís Montenegro (feliz regresso) no ataque do Sp. Espinho. A equipa do Vila Flor sem argumentos para contrapor o melhor futebol dos alvi-negros foi perdendo lucidez, facto que permitiu ao Sp. Espinho marcar mais dois golos (Paulo Mendes e Luís Costa) até final do encontro.
Arbitragem em bom plano.
VILA FLOR S. C. 1 - SP. ESPINHO 5
JOGO no Estádio Municipal de Vila Flor
ÁRBITRO: Baltazar (A.F. Bragança)
Auxiliares: José Monteiro e José Carlos
VILA FLOR S.C.: Manuel João, Dias, António, Diogo e Zé Alberto; Lito, Adérito, Marcelo e Zé Martinho; Camilo e Andrade.
Jogaram ainda: Samorinha e Jorge.
Treinador: Zé Alberto
SP. ESPINHO: Teixeira, Calisto, Canelas (cap.), Nené e Zenha; Luís Costa, Jorge Marques, Maia e Couto; Luís Montenegro e Paulo Mendes.
Jogaram ainda: Ricardo, Sarabando e Tó.
Treinador: Sarabando
AO INTERVALO: 1-1
MARCADORES: Camilo; Couto, Luís Costa e Paulo Mendes (3)
Como vem sendo habitual nesta altura da época, Secção de Futebol de Veterano do Sp. Espinho realizou mais uma deslocação por terras de Trás-os-Montes, viagem que decorreu de forma tranquila e que serviu também para apreciar o belo manto de neve que cobriam os vários montes transmontanos. Ao invés, no magnifico Estádio Municipal de Vila Flor, o jogo e a vitória espinhense não foi assim tão tranquila, como o resultado final o possa fazer transparecer.
Numa primeira parte, em que os espinhenses no primeiro quarto de hora foram os donos e senhores do jogo até ao momento do golo apontado por Paulo Mendes. A partir desse momento, o conjunto tigre surpreendentemente "gelou", e o Vila Flor agradeceu os espaços que lhe foram concedidos pelos alvi-negros dominando por completo a equipa do Sp. Espinho. O melhor futebol praticado pelos vilaflorenses valeu-lhes o golo da igualdade, apontado por Camilo.
O Sp. Espinho mesmo depois ter consentido o golo da igualdade continuou irreconhecível, os homens do meio-campo concediam muitos espaços no centro do terreno e não municiavam da melhor maneira o ataque espinhense, o sector mais recuado do Sp. Espinho marcava mal e cometia vários erros defensivos. Na pior fase do desnorte tigre, valeu o guardião espinhense Teixeira que rubricou algumas defesas de grande nível, uma excelente exibição que permitiu ao Sp. Espinho ir para o descanso com um (injusto) empate.
O intervalo foi bom conselheiro para o Sp. Espinho e os pupilos de Sarabando entraram para o segundo tempo com a firme disposição de inverter o rumo dos acontecimentos. O sector defensivo espinhense actuou de forma muito mais concentrada, o meio campo tigre mais organizado «pegou» no jogo e, disso beneficiou o ataque espinhense. O conjunto da casa não conseguia soltar-se da teia espinhense que por intermédio de Couto ganhava vantagem no marcador. Ao contrário do acontecido no primeiro tempo, desta feita, os espinhenses não se deixaram acomodar com a vantagem alcançada e continuaram à procura do terceiro golo que acabaria por acontecer, por intermédio de Paulo Mendes, também ele realizou um bom jogo beneficiando da presença de Luís Montenegro (feliz regresso) no ataque do Sp. Espinho. A equipa do Vila Flor sem argumentos para contrapor o melhor futebol dos alvi-negros foi perdendo lucidez, facto que permitiu ao Sp. Espinho marcar mais dois golos (Paulo Mendes e Luís Costa) até final do encontro.
Arbitragem em bom plano.
VILA FLOR S. C. 1 - SP. ESPINHO 5
JOGO no Estádio Municipal de Vila Flor
ÁRBITRO: Baltazar (A.F. Bragança)
Auxiliares: José Monteiro e José Carlos
VILA FLOR S.C.: Manuel João, Dias, António, Diogo e Zé Alberto; Lito, Adérito, Marcelo e Zé Martinho; Camilo e Andrade.
Jogaram ainda: Samorinha e Jorge.
Treinador: Zé Alberto
SP. ESPINHO: Teixeira, Calisto, Canelas (cap.), Nené e Zenha; Luís Costa, Jorge Marques, Maia e Couto; Luís Montenegro e Paulo Mendes.
Jogaram ainda: Ricardo, Sarabando e Tó.
Treinador: Sarabando
AO INTERVALO: 1-1
MARCADORES: Camilo; Couto, Luís Costa e Paulo Mendes (3)
domingo, 28 de novembro de 2010
Póquer forasteiro... Dita primeira derrota da época
Jogo disputado no final de tarde de sábado com algum frio à mistura, numa partida em que o Sp. Espinho mesmo com algumas ausências e com alguns elementos a apresentarem-se com algumas limitações de ordem física. O conjunto tigre, entrou muito bem em jogo, com uma actuação bastante personalizada nos 20 minutos iniciais, onde os homens do meio campo espinhense não deram azo a grandes veleidades por parte do conjunto bustelense. Foi nesse bom período da turma da casa, que na marcação de um canto a seu favor, o alvi-negro Nené marcou e colocou em vantagem a formação do Sp. Espinho. Após o golo dos tigres, Eliseu ressentindo-se de uma lesão muscular teve de ser substituído, com isso Pedro foi obrigado a recuar para o sector defensivo, factos que acabaram por ser determinantes no desenrolar do encontro.
A formação do Bustelo sem que até esse momento tenha feito algo por o merecer, acabou por fazer o golo da igualdade através de um bom cabeceamento ao segundo poste de Zé Miguel (o homem do jogo), o mesmo Zé Miguel volvidos alguns minutos e novamente de cabeça, bisou e deu a cambalhota no resultado. Ainda antes do intervalo, o Sp. Espinho beneficiaria de uma grande penalidade a castigar a equipa do Bustelo numa falta cometida sobre Luís Costa, mas Paulo Mendes na sua conversão a permitir a defesa do guarda-redes bustelense, desperdiçando uma excelente oportunidade para o Sp. Espinho empatar a partida.
No segundo tempo, o Bustelo limitou-se a gerir a vantagem trazida do primeiro tempo, efectuando uma boa circulação de bola.
O Sp. Espinho tentou apressadamente chegar ao golo da igualdade, mas já diz o ditado: «a pressa é a inimiga da perfeição», atacando de forma algo atabalhoada e sem causar grande mossa à defensiva do Bustelo. Disso soube o Bustelo e mais concretamente, Zé Miguel tirar o melhor proveito do adiantamento da equipa espinhense para marcar mais dois golos e concretizar um póquer.
Vitória justíssima do Bustelo ante um Sp. Espinho algo desinspirado que ao cabo do 13º jogo da corrente época (9 vitórias e 3 empates) conheceu o travo amargo da derrota.
Arbitragem em bom plano.
SP. ESPINHO, 1 - BUSTELO, 4
JOGO: Parque Desportivo Camadas Jovens "O Diploma"
ÁRBITRO: Armando, auxiliado por: José Manuel e Magalhães.
SP.ESPINHO: Ricardo, André, Nené, Eliseu, Canelas (cap.); Pinto da Costa, Pedro, Luís Costa, Luís Flávio; Couto e Paulo Mendes.
Jogaram ainda: Teixeira, Zenha, Fernando Gonçalves, Sarabando, Jorge Marques, Magalhães, Calisto e Maia.
Treinador: Fernando Pedrosa
BUSTELO: Marinho, Aníbal, Victor, Barito e Jorge; Ginho, Leandro, Pereira e Pedro; Zé Miguel e Álvaro.
Jogaram ainda: Zé Luís, Vitinha, Pinheiro, Neves e Ricardo.
Treinador: Henrique
AO INTERVALO: 1-2
MARCADORES: Nené; Zé Miguel (4)
A formação do Bustelo sem que até esse momento tenha feito algo por o merecer, acabou por fazer o golo da igualdade através de um bom cabeceamento ao segundo poste de Zé Miguel (o homem do jogo), o mesmo Zé Miguel volvidos alguns minutos e novamente de cabeça, bisou e deu a cambalhota no resultado. Ainda antes do intervalo, o Sp. Espinho beneficiaria de uma grande penalidade a castigar a equipa do Bustelo numa falta cometida sobre Luís Costa, mas Paulo Mendes na sua conversão a permitir a defesa do guarda-redes bustelense, desperdiçando uma excelente oportunidade para o Sp. Espinho empatar a partida.
No segundo tempo, o Bustelo limitou-se a gerir a vantagem trazida do primeiro tempo, efectuando uma boa circulação de bola.
O Sp. Espinho tentou apressadamente chegar ao golo da igualdade, mas já diz o ditado: «a pressa é a inimiga da perfeição», atacando de forma algo atabalhoada e sem causar grande mossa à defensiva do Bustelo. Disso soube o Bustelo e mais concretamente, Zé Miguel tirar o melhor proveito do adiantamento da equipa espinhense para marcar mais dois golos e concretizar um póquer.
Vitória justíssima do Bustelo ante um Sp. Espinho algo desinspirado que ao cabo do 13º jogo da corrente época (9 vitórias e 3 empates) conheceu o travo amargo da derrota.
Arbitragem em bom plano.
SP. ESPINHO, 1 - BUSTELO, 4
JOGO: Parque Desportivo Camadas Jovens "O Diploma"
ÁRBITRO: Armando, auxiliado por: José Manuel e Magalhães.
SP.ESPINHO: Ricardo, André, Nené, Eliseu, Canelas (cap.); Pinto da Costa, Pedro, Luís Costa, Luís Flávio; Couto e Paulo Mendes.
Jogaram ainda: Teixeira, Zenha, Fernando Gonçalves, Sarabando, Jorge Marques, Magalhães, Calisto e Maia.
Treinador: Fernando Pedrosa
BUSTELO: Marinho, Aníbal, Victor, Barito e Jorge; Ginho, Leandro, Pereira e Pedro; Zé Miguel e Álvaro.
Jogaram ainda: Zé Luís, Vitinha, Pinheiro, Neves e Ricardo.
Treinador: Henrique
AO INTERVALO: 1-2
MARCADORES: Nené; Zé Miguel (4)
domingo, 21 de novembro de 2010
Empate de qualidade e emoções
Mangualde situa-se na Região Centro, mais concretamente na Beira Interior. A sua forma topográfica dominante é situada num planalto fronteiro à Serra da Estrela que se inclina para Sul, cortado pelos vales encaixados dos Rios Dão e Mondego constituindo ambos fronteiras naturais do concelho. Aliás foi esta característica geográfica que originou, a que fosse sucessivamente ocupada por várias civilizações desde a pré-história, como o comprovam os vários monumentos deixados pela civilização dolménica. Esta cidade tem ainda uma característica muito peculiar e ao mesmo tempo familiar, que é o facto de uma das 18 freguesias que constituem o seu concelho ter o lindo nome de ... ESPINHO!
Após duas (boas) sucessivas saídas ao distrito de Bragança, a Secção de Futebol de Veterano do Sp. Espinho deslocou-se desta feita no passado sábado, ao distrito de Viseu, mais concretamente à simpática cidade beirã de Mangualde.
Prova dessa mesma simpatia foi o facto de a equipa sénior do Mangualde, apesar de ter um jogo oficial de campeonato no dia seguinte no seu reduto, ter feito questão de presentear e receber a formação veterana do Sp. Espinho no relvado natural do seu estádio. Um relvado natural muito bem tratado, de boas dimensões (105m x 68m) e condições para a prática de futebol de qualidade.
Apesar de o jogo ter terminado empatado a zero (coisa rara no futebol veterano), qualidade e emoção foi coisa que não faltou neste jogo de veteranos, o que faltaram mesmo foram os golos.
O Mangualde aquando a sua visita à cidade de Espinho na última época conquistou uma justa e confortável vitória, que fez soar o sinal de aviso. O Sp. Espinho avisado da competitividade e do bom futebol praticado pela equipa casa, entrou em campo de forma muito concentrada e segura do que tinha que fazer para contrariar o favoritismo dos visitados e manter a invencibilidade espinhense, uma vez que ainda não provou do travo amargo da derrota até à corrente data. Na primeira parte, pertenceu ao conjunto tigre as melhores oportunidades de golo, primeiro foi Couto que após um bom cruzamento da direita de Luís Costa, de calcanhar acertou em cheio na trave, teria sido um golo de antologia. Depois Paulo Mendes a levar a melhor sobre a defensiva da casa, mas na hora da finalização a não ser feliz. A formação da casa só por uma vez esteve perto do golo após um atraso mal medido de André para Ricardo, mas que o mesmo André soube corrigir com categoria sobre a linha de golo. Já perto do intervalo, Couto na cobrança de um livre a beneficiar o Sp. Espinho à entrada da área do Mangualde, a rematar forte mas ao poste da baliza de Dias.
No segundo tempo, o Mangualde com mais soluções no banco para refrescar a equipa que o conjunto espinhense, acabou por ser mais forte, fruto das acções ofensivas dos rapidíssimos Tozé e Gouveia que devido à sua velocidade criavam alguns desequilíbrios. No entanto, as suas intenções esbarraram sempre nos "esporões de espinho" como o foi o sector defensivo do Sp. Espinho que soube sempre resolver com discernimento as situações mais difíceis junto da baliza à guarda de Ricardo que acabaria por efectuar a defesa da tarde já perto do final do jogo.
A igualdade acabou por ser o resultado mais justo, num jogo disputado com muita intensidade e lealdade do primeiro ao último minuto, onde os sectores defensivos das duas equipas se sobrepuseram sobre os sectores mais avançados.
Prova dessa mesma simpatia foi o facto de a equipa sénior do Mangualde, apesar de ter um jogo oficial de campeonato no dia seguinte no seu reduto, ter feito questão de presentear e receber a formação veterana do Sp. Espinho no relvado natural do seu estádio. Um relvado natural muito bem tratado, de boas dimensões (105m x 68m) e condições para a prática de futebol de qualidade.
Apesar de o jogo ter terminado empatado a zero (coisa rara no futebol veterano), qualidade e emoção foi coisa que não faltou neste jogo de veteranos, o que faltaram mesmo foram os golos.
O Mangualde aquando a sua visita à cidade de Espinho na última época conquistou uma justa e confortável vitória, que fez soar o sinal de aviso. O Sp. Espinho avisado da competitividade e do bom futebol praticado pela equipa casa, entrou em campo de forma muito concentrada e segura do que tinha que fazer para contrariar o favoritismo dos visitados e manter a invencibilidade espinhense, uma vez que ainda não provou do travo amargo da derrota até à corrente data. Na primeira parte, pertenceu ao conjunto tigre as melhores oportunidades de golo, primeiro foi Couto que após um bom cruzamento da direita de Luís Costa, de calcanhar acertou em cheio na trave, teria sido um golo de antologia. Depois Paulo Mendes a levar a melhor sobre a defensiva da casa, mas na hora da finalização a não ser feliz. A formação da casa só por uma vez esteve perto do golo após um atraso mal medido de André para Ricardo, mas que o mesmo André soube corrigir com categoria sobre a linha de golo. Já perto do intervalo, Couto na cobrança de um livre a beneficiar o Sp. Espinho à entrada da área do Mangualde, a rematar forte mas ao poste da baliza de Dias.
No segundo tempo, o Mangualde com mais soluções no banco para refrescar a equipa que o conjunto espinhense, acabou por ser mais forte, fruto das acções ofensivas dos rapidíssimos Tozé e Gouveia que devido à sua velocidade criavam alguns desequilíbrios. No entanto, as suas intenções esbarraram sempre nos "esporões de espinho" como o foi o sector defensivo do Sp. Espinho que soube sempre resolver com discernimento as situações mais difíceis junto da baliza à guarda de Ricardo que acabaria por efectuar a defesa da tarde já perto do final do jogo.
A igualdade acabou por ser o resultado mais justo, num jogo disputado com muita intensidade e lealdade do primeiro ao último minuto, onde os sectores defensivos das duas equipas se sobrepuseram sobre os sectores mais avançados.
Arbitragem excelente.
Após o final do jogo, houve lugar à terceira parte na qual serviu de pretexto para reforçar os laços de amizade entre as duas colectividades. Com particular evidência para a forma simpática e acolhedora como foi recebida toda a comitiva espinhense onde o bom trato atesta a fama das gentes beirãs.
G. D. MANGUALDE 0 - SP. ESPINHO 0
JOGO no Estádio Municipal de MangualdeÁRBITRO: Luís Cardoso (A.F. Castelo Branco)
Auxiliares: Rafael e Costa
MANGUALDE: Dias, Carlos, Paulo, Costa e Farinha; Guilherme, Pedro, Gaio e Zé Augusto; Tozé e Gouveia.
Jogaram ainda: Rui, Jacto, Baptista, Lopes e Artur.
Treinador: Artur Gaio
SP. ESPINHO: Ricardo; André, Canelas (cap.), Nené e Monteiro; Sarabando, Pinto da Costa, Luís Costa e Luís Flávio; Couto e Paulo Mendes.
Jogaram ainda: Jorge Marques, Tó e Nelo Calisto.
Treinador: Fernando Pedrosa
AO INTERVALO: 0-0
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